UPAL. Venezuela no es una colonia. 05/01/26

📌Editorial de la Unión Palestina de América Latina – UPAL

Lo que enfrenta hoy Venezuela no es una crisis interna, ni una disputa política, ni un conflicto ideológico como intenta presentarlo la maquinaria de propaganda occidental.

Es un ataque colonial directo contra el corazón de la soberanía venezolana: el petróleo.

Venezuela posee la mayor reserva probada de petróleo del mundo. Este solo hecho basta para entender todo lo que ocurre. Los pueblos no son cercados por su pobreza, sino por su riqueza cuando se niegan a obedecer.

El petróleo venezolano —pesado y extrapesado— se ha convertido en una maldición dentro de un sistema mundial diseñado para servir a Estados Unidos, porque Washington controla históricamente la infraestructura principal capaz de refinarlo, transformarlo de materia prima en combustible, y del combustible en instrumento de dominación política y económica.

Aquí reside el núcleo del crimen: quien controla la refinación controla la economía, y quien controla la economía decide quién gobierna, cómo gobierna y para quién gobierna.

Estados Unidos no busca el petróleo venezolano porque carezca de petróleo, sino porque necesita dominar el mercado, controlar el precio y estrangular cualquier modelo soberano e independiente.
Quiere una Venezuela productora sin decisión, rica sin soberanía y paralizada sin capacidad de elegir.

Por eso se imponen sanciones.
Por eso se bloquea el sector petrolero.
Por eso se criminaliza toda alianza que escape a la hegemonía estadounidense.

La pregunta central, que debe formularse sin rodeos, es clara: ¿En manos de quién estará el petróleo venezolano?
¿En las del pueblo venezolano o en las de las corporaciones y refinerías estadounidenses?

Si Estados Unidos pone sus manos sobre el petróleo venezolano, los perdedores no serán solo Venezuela.
Rusia será expulsada de uno de los principales corredores energéticos fuera del control occidental.
China recibirá un golpe estratégico a su seguridad energética y a su capacidad de diversificar fuentes lejos del chantaje estadounidense.

Irán será aún más cercado, no solo por su propio petróleo, sino por impedir cualquier eje de cooperación energética soberana.

Cuba pagará un precio directo, porque asfixiar a Venezuela significa asfixiar uno de los últimos pulmones de resistencia económica del Caribe.

Lo que ocurre en Venezuela es, por tanto, una guerra energética mundial encubierta.
Una guerra cuyo objetivo es restaurar el monopolio del petróleo, domesticar a los Estados y aplastar cualquier forma de cooperación Sur–Sur.

Estados Unidos no quiere que el petróleo venezolano se venda libremente, no quiere que su precio se decida fuera de sus bolsas y centros financieros, ni que la producción sea utilizada como herramienta de soberanía.
Quiere petróleo sin política, riqueza sin decisión y pueblos sin voluntad.

Por eso lo afirmamos sin ambigüedades: quien controla el petróleo de Venezuela, controla Venezuela. Y eso es inaceptable en términos éticos, políticos e históricos.

Desde la Unión Palestina de América Latina, vemos en la batalla por el petróleo venezolano un reflejo exacto de las luchas de muchos pueblos a los que se les ha arrebatado su riqueza y se les ha castigado su voluntad, y en primer lugar del pueblo palestino, al que incluso se le niega el control sobre su tierra, su agua y sus recursos bajo la misma lógica de la fuerza.

Venezuela no es una colonia.
Rusia, China, Irán y Cuba no son piezas de mercado.
Y el petróleo no es botín de guerra del imperio.

Defender la soberanía de Venezuela es defender el derecho de los pueblos a controlar sus recursos, a decidir su destino y a romper la ecuación del saqueo globalizado.

En esta batalla reafirmamos: o el petróleo está en manos de los pueblos, o el látigo seguirá en manos del imperio.

Unión Palestina de América Latina – UPAL
5 de enero de 2026
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📌Editorial da União Palestina da América Latina – UPAL
A Venezuela não é uma colônia

(em português, inglês, espanhol, francês e árabe)

O que a Venezuela enfrenta hoje não é uma crise interna, nem uma disputa política, nem um conflito ideológico, como a máquina de propaganda ocidental tenta retratar.

Trata-se de um ataque colonial direto contra o coração da soberania venezuelana: o petróleo.

A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo. Só esse fato já basta para entender tudo o que está acontecendo. As pessoas não são assoladas pela pobreza, mas pela riqueza quando se recusam a obedecer.

O petróleo venezuelano — pesado e extrapesado — tornou-se uma maldição dentro de um sistema global concebido para servir aos Estados Unidos, porque Washington historicamente controla a principal infraestrutura capaz de refiná-lo, transformando-o de matéria-prima em combustível e de combustível em instrumento de dominação política e econômica.

Aqui reside o cerne do crime: quem controla o refino controla a economia, e quem controla a economia decide quem governa, como governa e para quem governa. Os Estados Unidos não estão atrás do petróleo venezuelano por falta de petróleo, mas sim porque precisam dominar o mercado, controlar os preços e sufocar qualquer modelo soberano e independente.

Eles querem uma Venezuela que produza, mas que não tenha autonomia; que seja rica, mas que não tenha soberania; e que esteja paralisada, incapaz de escolher.

É por isso que as sanções são impostas.
É por isso que o setor petrolífero está bloqueado.
É por isso que qualquer aliança que escape à hegemonia dos EUA é criminalizada.

A questão central, que precisa ser feita diretamente, é clara:
Em mãos de quem ficará o petróleo venezuelano?

Nas mãos do povo venezuelano ou nas mãos das corporações e refinarias americanas?
Se os Estados Unidos colocarem as mãos no petróleo venezuelano, os perdedores não serão apenas a Venezuela.

A Rússia será expulsa de um dos principais corredores energéticos fora do controle ocidental. A China sofrerá um golpe estratégico em sua segurança energética e em sua capacidade de diversificar suas fontes de energia, para além da chantagem americana. O Irã ficará ainda mais cercado, não apenas pelo seu próprio petróleo, mas também pela obstrução de qualquer cooperação energética soberana.

Cuba pagará um preço direto, porque sufocar a Venezuela significa sufocar um dos últimos pulmões de resistência econômica no Caribe.

O que está acontecendo na Venezuela é, portanto, uma guerra energética global secreta.
Uma guerra cujo objetivo é restaurar o monopólio do petróleo, subjugar os Estados e esmagar qualquer forma de cooperação Sul-Sul.

Os Estados Unidos não querem que o petróleo venezuelano seja vendido livremente, não querem que seu preço seja determinado fora de suas bolsas de valores e centros financeiros, nem querem que a produção seja usada como instrumento de soberania.

Querem petróleo sem política, riqueza sem poder de decisão e pessoas sem vontade própria.
É por isso que afirmamos inequivocamente: quem controla o petróleo da Venezuela, controla a Venezuela.
E isso é inaceitável em termos éticos, políticos e históricos.

Da União Palestina da América Latina, vemos na batalha pelo petróleo venezuelano um reflexo exato das lutas de muitos povos cujas riquezas foram roubadas e cuja vontade foi punida, e, acima de tudo, o povo palestino, a quem é negado o controle sobre sua terra, água e recursos, sob a mesma lógica da força.

A Venezuela não é uma colônia.
Rússia, China, Irã e Cuba não são mercadorias de mercado.
E o petróleo não é espólio de guerra do império.

Defender a soberania da Venezuela é defender o direito dos povos de controlar seus recursos, de decidir seu destino e de romper com a equação da pilhagem globalizada.

Nesta batalha, reafirmamos: Ou o petróleo está nas mãos do povo, ou o chicote permanecerá nas mãos do império.

União Palestina da América Latina – UPAL
5 de janeiro de 2026
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📌Editorial from the Palestinian Union of Latin America – UPAL
Venezuela is not a colony

What Venezuela faces today is not an internal crisis, nor a political dispute, nor an ideological conflict as the Western propaganda machine tries to portray it.

It is a direct colonial attack against the heart of Venezuelan sovereignty: oil.

Venezuela possesses the largest proven oil reserves in the world. This fact alone is enough to understand everything that is happening. People are not besieged by their poverty, but by their wealth when they refuse to obey.
Venezuelan oil—heavy and extra-heavy—has become a curse within a global system designed to serve the United States, because Washington has historically controlled the main infrastructure capable of refining it, transforming it from raw material into fuel, and from fuel into an instrument of political and economic domination.

Herein lies the core of the crime: whoever controls refining controls the economy, and whoever controls the economy decides who governs, how they govern, and for whom they govern.

The United States isn’t after Venezuelan oil because it lacks oil, but because it needs to dominate the market, control the price, and strangle any sovereign and independent model.

It wants a Venezuela that produces but lacks agency, is rich but lacks sovereignty, and is paralyzed, unable to choose.

That’s why sanctions are imposed.
That’s why the oil sector is blocked.
That’s why any alliance that escapes US hegemony is criminalized.

The central question, which must be asked directly, is clear: In whose hands will Venezuelan oil be?

In the hands of the Venezuelan people or in the hands of US corporations and refineries?
If the United States gets its hands on Venezuelan oil, the losers won’t be just Venezuela.

Russia will be expelled from one of the main energy corridors outside of Western control. China will suffer a strategic blow to its energy security and its ability to diversify sources beyond US blackmail. Iran will be further encircled, not only by its own oil, but also by the obstruction of any sovereign energy cooperation.

Cuba will pay a direct price, because suffocating Venezuela means suffocating one of the last lungs of economic resistance in the Caribbean.

What is happening in Venezuela is, therefore, a covert global energy war.
A war whose objective is to restore the oil monopoly, subjugate states, and crush any form of South-South cooperation.

The United States does not want Venezuelan oil to be sold freely, does not want its price to be determined outside its stock exchanges and financial centers, nor does it want production to be used as a tool for sovereignty.

It wants oil without politics, wealth without decision-making, and people without will.

That is why we state it unequivocally: whoever controls Venezuela’s oil, controls Venezuela.
And that is unacceptable in ethical, political, and historical terms.

From the Palestinian Union of Latin America, we see in the battle for Venezuelan oil an exact reflection of the struggles of many peoples whose wealth has been stolen and whose will has been punished, and first and foremost, the Palestinian people, who are even denied control over their land, water, and resources under the same logic of force.

Venezuela is not a colony.
Russia, China, Iran, and Cuba are not market commodities.
And oil is not the spoils of war of the empire.

Defending the sovereignty of Venezuela is defending the right of peoples to control their resources, to decide their destiny, and to break the equation of globalized plunder.

In this battle, we reaffirm: Either the oil is in the hands of the people, or the whip will remain in the hands of the empire.

Palestinian Union of Latin America – UPAL
January 5, 2026
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📌Éditorial de l’Union palestinienne d’Amérique latine (UPAL)
Le Venezuela n’est pas une colonie

Ce à quoi le Venezuela est confronté aujourd’hui n’est ni une crise interne, ni un différend politique, ni un conflit idéologique, contrairement à ce que la propagande occidentale tente de faire croire.

Il s’agit d’une attaque coloniale directe contre le cœur même de la souveraineté vénézuélienne : le pétrole.

Le Venezuela possède les plus importantes réserves de pétrole prouvées au monde. Ce seul fait suffit à comprendre la situation. Le peuple n’est pas accablé par la pauvreté, mais par la richesse lorsqu’il refuse d’obéir.

Le pétrole vénézuélien – lourd et extra-lourd – est devenu un fléau au sein d’un système mondial conçu pour servir les États-Unis, car Washington a historiquement contrôlé les principales infrastructures capables de le raffiner, de le transformer de matière première en carburant, puis de carburant en instrument de domination politique et économique.

C’est là que réside le cœur du problème : qui contrôle le raffinage contrôle l’économie, et qui contrôle l’économie décide qui gouverne, comment et pour qui.

Les États-Unis ne convoitent pas le pétrole vénézuélien par manque de ressources, mais par besoin de dominer le marché, de contrôler les prix et d’étouffer toute velléité de souveraineté et d’indépendance.

Ils souhaitent un Venezuela producteur mais sans marge de manœuvre, riche mais sans souveraineté, paralysé, incapable de choisir.

C’est pourquoi des sanctions sont imposées.
C’est pourquoi le secteur pétrolier est bloqué.
C’est pourquoi toute alliance qui échappe à l’hégémonie américaine est criminalisée.

La question centrale, qu’il faut poser sans détour, est claire : À qui appartiendra le pétrole vénézuélien ? Au peuple vénézuélien ou aux entreprises et raffineries américaines ?
Si les États-Unis s’emparent du pétrole vénézuélien, les perdants ne seront pas seulement le Venezuela.

La Russie sera exclue de l’un des principaux corridors énergétiques hors du contrôle occidental. La Chine subira un coup stratégique porté à sa sécurité énergétique et à sa capacité de diversifier ses sources d’approvisionnement au-delà du chantage américain. L’Iran sera encore plus encerclé, non seulement par son propre pétrole, mais aussi par l’obstruction de toute coopération énergétique souveraine.

Cuba en paiera le prix direct, car asphyxier le Venezuela revient à étouffer l’un des derniers bastions de résistance économique des Caraïbes.

Ce qui se passe au Venezuela est donc une guerre énergétique mondiale menée clandestinement.
Une guerre dont l’objectif est de rétablir le monopole pétrolier, de soumettre les États et d’anéantir toute forme de coopération Sud-Sud.

Les États-Unis ne veulent pas que le pétrole vénézuélien soit vendu librement, ni que son prix soit déterminé en dehors de leurs bourses et centres financiers, ni que sa production soit utilisée comme instrument de souveraineté.

Ils veulent du pétrole sans politique, de la richesse sans pouvoir de décision et un peuple sans volonté.

C’est pourquoi nous l’affirmons sans équivoque : qui contrôle le pétrole vénézuélien contrôle le Venezuela. Et c’est inacceptable sur les plans éthique, politique et historique.

L’Union palestinienne d’Amérique latine voit dans la lutte pour le pétrole vénézuélien le reflet exact des combats de nombreux peuples spoliés de leurs richesses et dont la volonté a été bafouée, et en premier lieu, du peuple palestinien, privé de tout contrôle sur sa terre, son eau et ses ressources, sous le même prétexte de la force.

Le Venezuela n’est pas une colonie.
La Russie, la Chine, l’Iran et Cuba ne sont pas des marchandises.
Et le pétrole n’est pas un butin de guerre impérial.

Défendre la souveraineté du Venezuela, c’est défendre le droit des peuples à contrôler leurs ressources, à décider de leur destin et à briser le système du pillage mondialisé.

Dans ce combat, nous réaffirmons : Soit le pétrole est entre les mains du peuple, soit le fouet reste entre les mains de l’empire.

Union palestinienne d’Amérique latine – UPAL
5 janvier 2026
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تحرير اليوم؛ الاتحاد الفلسطيني لأمريكا اللاتينية (UPAL) 📌
فنزويلا: من يضع يده على النفط يضع قدمه على عنق الأمة

ما تتعرض له فنزويلا اليوم ليس أزمة داخلية، ولا خلافًا سياسيًا، ولا صراعًا أيديولوجيًا كما تحاول ماكينة الدعاية الغربية تصويره.
إنه هجوم استعماري مباشر على قلب السيادة الفنزويلية: النفط.

فنزويلا تمتلك أكبر احتياطي نفطي مؤكد في العالم. هذه الحقيقة وحدها كافية لفهم كل ما يجري. فالأمم لا تُحاصَر بسبب فقرها، بل بسبب ثروتها عندما تخرج عن الطاعة.
النفط الفنزويلي، الثقيل وفائق الثقل، هو لعنة في نظام عالمي صُمّم ليخدم الولايات المتحدة، لأن واشنطن تسيطر تاريخيًا على البنية الكبرى القادرة على تكريره، وتحويله من مادة خام إلى وقود، ومن وقود إلى أداة هيمنة سياسية واقتصادية.

هنا يكمن جوهر الجريمة:
من يسيطر على تكرير النفط يسيطر على الاقتصاد.
ومن يسيطر على الاقتصاد يقرر من يحكم، وكيف يحكم، ولمصلحة من.

الولايات المتحدة لا تريد النفط الفنزويلي لأنه ينقصها النفط، بل لأنها تريد التحكم الكامل بالسوق، بالسعر، وبخنق أي نموذج سيادي مستقل. تريد فنزويلا بلدًا منتجًا بلا قرار، غنيًا بلا سيادة، ومشلولًا بلا قدرة على الاختيار.

ولهذا تُفرض العقوبات.
ولهذا يُحاصَر القطاع النفطي.
ولهذا يُجرَّم أي تحالف خارج الهيمنة الأمريكية.

السؤال المركزي الذي يجب أن يُطرح بلا مواربة هو:
في يد من سيكون النفط الفنزويلي؟
هل سيكون في يد الشعب الفنزويلي، أم في يد الشركات الأمريكية والمصافي الخاضعة لواشنطن؟

إذا وضعت الولايات المتحدة يدها على النفط الفنزويلي، فإن الخاسرين لن يكونوا فنزويلا وحدها.

روسيا ستُقصى عن أحد أهم مسارات الطاقة البديلة خارج المنظومة الغربية.
الصين ستتعرّض لضربة استراتيجية في أمنها الطاقوي، وفي قدرتها على تنويع مصادر الطاقة بعيدًا عن الابتزاز الأمريكي.
إيران ستُحاصَر أكثر، ليس بسبب نفطها فقط، بل بسبب كسر أي محور تعاون نفطي سيادي خارج السيطرة الإمبريالية.
كوبا ستدفع الثمن مباشرة، لأن خنق فنزويلا يعني خنق أحد آخر شرايين الصمود الاقتصادي في الكاريبي.

لذلك فإن ما يجري في فنزويلا هو حرب طاقة عالمية مقنّعة.
حرب هدفها إعادة احتكار النفط، وتطويع الدول، وكسر أي نموذج تعاون جنوب–جنوب.

الولايات المتحدة لا تريد بيع النفط الفنزويلي بحرّية، ولا تريد لسعره أن يُقرَّر خارج غرف بورصاتها، ولا تريد لإنتاجه أن يُستخدم كورقة سيادية.
هي تريد نفطًا بلا سياسة، وثروة بلا قرار، وشعبًا بلا إرادة.

ومن هنا نقولها بوضوح لا لبس فيه:
من يسيطر على نفط فنزويلا، يسيطر على فنزويلا.
وهذا أمر مرفوض أخلاقيًا وسياسيًا وتاريخيًا.

من اتحاد فلسطين لأمريكا اللاتينية، نرى في المعركة على النفط الفنزويلي صورةً طبق الأصل عن معارك شعوبٍ كثيرة نُهبت ثرواتها وحُوربت إرادتها، وعلى رأسها الشعب الفلسطيني، الذي يُمنع حتى من التحكم بأرضه ومياهه وموارده تحت منطق القوة ذاته.

فنزويلا ليست مستعمرة.
روسيا، الصين، إيران، كوبا، وشعوب الجنوب ليست أدوات في السوق.
والنفط ليس غنيمة حرب للإمبراطورية.

إن الدفاع عن سيادة فنزويلا هو دفاع عن حق الشعوب في التحكم بثرواتها، وفي تقرير مصيرها، وفي كسر معادلة النهب المعولم.

وفي هذه المعركة، نعيد التأكيد:
إما أن يكون النفط في يد الشعوب…
أو يكون السوط في يد الإمبراطورية.

اتحاد فلسطين لأمريكا اللاتينية (UPAL)
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