UPAL. La historia no se escribe con propaganda: se escribe con hechos. 22/02/26

📌Editorial de la Unión Palestina de América Latina – UPAL

El sionismo pretende hoy revestirse de víctima mientras continúa ejecutando una política sistemática de despojo, ocupación y destrucción contra el pueblo palestino, originario de esa tierra. No se puede empuñar la espada y luego vestirse de mártir. No se puede bombardear ciudades y reclamar inocencia ante el mundo.
La maquinaria propagandística intenta generar sentimientos de culpa en la opinión pública internacional. Busca invertir los papeles: presentar al ocupante como amenazado y al ocupado como agresor. Pero la verdad histórica no se borra con campañas mediáticas ni con discursos repetidos en foros diplomáticos.

Quien destruye hogares, quien arranca vidas, quien convierte barrios enteros en escombros, no es víctima del destino: es responsable de sus actos. El derecho internacional no puede aplicarse selectivamente. No puede haber silencio cuando se violan los derechos fundamentales de un pueblo que lleva décadas resistiendo desplazamiento, bloqueo, colonización y violencia estructural.

El pueblo palestino no necesita compasión manipulada; necesita justicia. No necesita narrativas fabricadas; necesita el reconocimiento pleno de su derecho a la autodeterminación, al retorno y a vivir en libertad y dignidad en su propia tierra.

Desde la Unión Palestina de América Latina (UPAL) denunciamos la instrumentalización del dolor para justificar lo injustificable, y rechazamos la inversión de miles de millones de dólares en campañas publicitarias destinadas a lavar la imagen tras tragedias humanas, en lugar de asumir responsabilidades y promover soluciones justas y duraderas. La historia no se escribe con propaganda: se escribe con hechos. Y los hechos muestran una realidad de ocupación prolongada y sufrimiento humano que el mundo no puede seguir ignorando.

Total de personas que llegaron a los hospitales de la Franja de Gaza durante las últimas 48 horas: 1 nuevo mártir y 10 heridos.

Desde el alto el fuego (11 de octubre):
• Número total de mártires: 612
• Número total de contagios/heridos: 1.640
• Recuperaciones totales: 726

Estadísticas acumuladas:
• Número acumulado de mártires: 72.070
• Número acumulado de contagios: 171.738

Estas cifras no son propaganda. Son vidas humanas. Son familias truncadas, generaciones marcadas y una herida abierta que sigue sangrando ante la mirada del mundo.

La memoria de los pueblos no se borra con discursos. Palestina vive en su gente, en su cultura, en su diáspora y en su resistencia firme por la justicia.
La responsabilidad histórica es clara. La conciencia del mundo también debe serlo.

Unión Palestina de América Latina – UPAL
22 de febrero de 2026
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📌Editorial da União Palestina da América Latina – UPAL
A história não se escreve com propaganda: escreve-se com fatos

(em português, inglês, espanhol, francês e árabe)

O sionismo hoje tenta se apresentar como vítima enquanto continua a levar adiante uma política sistemática de desapropriação, ocupação e destruição contra o povo palestino, os habitantes originais daquela terra. Não se pode empunhar a espada e depois se vestir de mártir. Não se pode bombardear cidades e alegar inocência perante o mundo.

A máquina de propaganda tenta gerar sentimentos de culpa na opinião pública internacional. Busca inverter os papéis: apresentar o ocupante como ameaçado e o ocupado como agressor. Mas a verdade histórica não pode ser apagada com campanhas midiáticas ou discursos repetidos em fóruns diplomáticos.

Aqueles que destroem casas, que tiram vidas, que transformam bairros inteiros em escombros, não são vítimas do destino: são responsáveis ​​por seus atos. O direito internacional não pode ser aplicado seletivamente. Não pode haver silêncio quando os direitos fundamentais de um povo que resiste ao deslocamento, ao bloqueio, à colonização e à violência estrutural há décadas são violados.

O povo palestino não precisa de compaixão manipulada; precisa de justiça. Não precisa de narrativas fabricadas; precisa do pleno reconhecimento do seu direito à autodeterminação, ao retorno e a viver em liberdade e dignidade na sua própria terra.

A União Palestina da América Latina (UPAL) denuncia a exploração do sofrimento para justificar o injustificável e rejeita o investimento de bilhões de dólares em campanhas publicitárias destinadas a encobrir a imagem após tragédias humanas, em vez de assumir a responsabilidade e promover soluções justas e duradouras. A história não se escreve com propaganda: escreve-se com fatos. E os fatos mostram uma realidade de ocupação prolongada e sofrimento humano que o mundo não pode mais ignorar.

Total de pessoas internadas em hospitais na Faixa de Gaza nas últimas 48 horas: 1 novo mártir e 10 feridos.

Desde o cessar-fogo (11 de outubro):
• Número total de mártires: 612
• Número total de infecções/feridos: 1.640
• Total de recuperações: 726

Estatísticas cumulativas:
• Número cumulativo de mártires: 72.070
• Número cumulativo de infecções: 171.738

Esses números não são propaganda. Representam vidas humanas. Representam famílias destruídas, gerações marcadas e uma ferida aberta que continua a sangrar diante dos olhos do mundo.

A memória de um povo não pode ser apagada com discursos. A Palestina continua viva em seu povo, em sua cultura, em sua diáspora e em sua resistência inabalável por justiça.

A responsabilidade histórica é clara. A consciência do mundo também deve ser.

União Palestina da América Latina – UPAL
22 de fevereiro de 2026
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📌Editorial from the Palestinian Union of Latin America – UPAL
History is not written with propaganda: it is written with facts

Zionism today attempts to portray itself as a victim while continuing to carry out a systematic policy of dispossession, occupation, and destruction against the Palestinian people, the original inhabitants of that land. One cannot wield the sword and then dress as a martyr. One cannot bomb cities and claim innocence before the world.

The propaganda machine attempts to generate feelings of guilt in international public opinion. It seeks to reverse the roles: to present the occupier as threatened and the occupied as the aggressor. But historical truth cannot be erased with media campaigns or repeated speeches in diplomatic forums.

Those who destroy homes, who take lives, who turn entire neighborhoods into rubble, are not victims of fate: they are responsible for their actions. International law cannot be applied selectively. There can be no silence when the fundamental rights of a people who have resisted displacement, blockade, colonization, and structural violence for decades are violated.

The Palestinian people do not need manipulated compassion; they need justice. They do not need fabricated narratives; they need the full recognition of their right to self-determination, to return, and to live in freedom and dignity in their own land.

From the Palestinian Union of Latin America (UPAL), we denounce the exploitation of suffering to justify the unjustifiable, and we reject the investment of billions of dollars in advertising campaigns aimed at whitewashing the image after human tragedies, instead of assuming responsibility and promoting just and lasting solutions. History is not written with propaganda: it is written with facts. And the facts show a reality of prolonged occupation and human suffering that the world can no longer ignore.

Total number of people admitted to hospitals in the Gaza Strip during the last 48 hours: 1 new martyr and 10 wounded.

Since the ceasefire (October 11):
• Total number of martyrs: 612
• Total number of infections/wounded: 1,640
• Total recoveries: 726

Cumulative statistics:
• Cumulative number of martyrs: 72,070
• Cumulative number of infections: 171,738

These figures are not propaganda. They represent human lives. They represent families torn apart, generations scarred, and an open wound that continues to bleed before the eyes of the world.

The memory of a people cannot be erased with speeches. Palestine lives on in its people, in its culture, in its diaspora, and in its unwavering resistance for justice.
The historical responsibility is clear. The world’s conscience must be as well.

Palestinian Union of Latin America – UPAL
February 22, 2026
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📌Éditorial de l’Union Palestinienne d’Amérique Latine (UPAL)
L’histoire ne s’écrit pas avec de la propagande : elle s’écrit avec des faits.

Le sionisme actuel tente de se présenter comme une victime tout en poursuivant une politique systématique de dépossession, d’occupation et de destruction contre le peuple palestinien, peuple autochtone de cette terre. On ne peut brandir l’épée et se déguiser en martyr. On ne peut bombarder des villes et clamer son innocence devant le monde.

La machine de propagande cherche à susciter un sentiment de culpabilité au sein de l’opinion publique internationale. Elle cherche à inverser les rôles : présenter l’occupant comme menacé et l’occupé comme l’agresseur. Mais la vérité historique ne peut être effacée par des campagnes médiatiques ou des discours répétés dans les instances diplomatiques.

Ceux qui détruisent des maisons, qui ôtent des vies, qui réduisent des quartiers entiers en ruines, ne sont pas victimes du destin : ils sont responsables de leurs actes. Le droit international ne peut être appliqué de manière sélective. Le silence est impossible lorsque les droits fondamentaux d’un peuple qui résiste depuis des décennies au déplacement forcé, au blocus, à la colonisation et à la violence structurelle sont bafoués.

Le peuple palestinien n’a pas besoin d’une compassion manipulée ; il a besoin de justice. Il n’a pas besoin de récits fabriqués de toutes pièces ; il a besoin de la pleine reconnaissance de son droit à l’autodétermination, au retour et à vivre en liberté et dans la dignité sur sa terre natale.

L’Union palestinienne d’Amérique latine (UPAL) dénonce l’instrumentalisation de la souffrance pour justifier l’injustifiable et rejette l’investissement de milliards de dollars dans des campagnes publicitaires visant à blanchir l’image après des tragédies humaines, au lieu d’assumer ses responsabilités et de promouvoir des solutions justes et durables. L’histoire ne s’écrit pas avec de la propagande : elle s’écrit avec des faits. Et les faits révèlent une réalité d’occupation prolongée et de souffrances humaines que le monde ne peut plus ignorer.

Nombre total de personnes admises dans les hôpitaux de la bande de Gaza au cours des dernières 48 heures : 1 nouveau martyr et 10 blessés.

Depuis le cessez-le-feu (11 octobre) :
• Nombre total de martyrs : 612
• Nombre total de personnes infectées/blessées : 1 640
• Nombre total de guérisons : 726

Statistiques cumulées :
• Nombre cumulé de martyrs : 72 070
• Nombre cumulé de personnes infectées : 171 738

Ces chiffres ne sont pas de la propagande. Ils représentent des vies humaines. Ils représentent des familles déchirées, des générations marquées à jamais et une plaie béante qui continue de saigner sous les yeux du monde entier.

On ne peut effacer la mémoire d’un peuple par des discours. La Palestine vit dans son peuple, dans sa culture, dans sa diaspora et dans sa résistance inébranlable pour la justice.

La responsabilité historique est claire. La conscience du monde doit l’être aussi.

Union Palestinienne d’Amérique Latine – UPAL
22 février 2026
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الافتتاحية – اتحاد فلسطين في أمريكا اللاتينية (UPAL)

تسعى الصهيونية اليوم إلى ارتداء ثوب الضحية بينما تواصل تنفيذ سياسة ممنهجة من التجريد والاحتلال والتدمير ضد الشعب الفلسطيني، صاحب الأرض الأصلي. لا يمكن لمن يمسك السيف أن يتدثر بلباس الشهيد. لا يمكن لمن يقصف المدن أن يدّعي البراءة أمام العالم.

تحاول آلة الدعاية خلق شعور بالذنب لدى الرأي العام الدولي، وتسعى إلى قلب الأدوار: تصوير المحتل على أنه مُهدَّد، والمحتلّ  على أنه المعتدي. لكن الحقيقة التاريخية لا تُمحى بحملات إعلامية ولا بخطابات مكررة في المحافل الدبلوماسية.
من يهدم البيوت، ومن يقتلع الأرواح، ومن يحوّل الأحياء بأكملها إلى ركام، ليس ضحية قدرٍ أعمى، بل مسؤول عن أفعاله. لا يمكن تطبيق القانون الدولي بصورة انتقائية. لا يجوز الصمت حين تُنتهك الحقوق الأساسية لشعبٍ عانى لعقود من التهجير والحصار والاستيطان والعنف البنيوي.

الشعب الفلسطيني لا يحتاج إلى شفقة مُسيَّسة؛ بل يحتاج إلى عدالة. لا يحتاج إلى سرديات مُفبركة؛ بل إلى اعتراف كامل بحقه في تقرير المصير، وفي العودة، وفي العيش بحرية وكرامة على أرضه.

ومن اتحاد فلسطين في أمريكا اللاتينية (UPAL) نُدين توظيف الألم لتبرير ما لا يمكن تبريره، ونرفض إنفاق مليارات الدولارات على حملات دعائية تهدف إلى تلميع الصورة بعد المآسي الإنسانية بدلًا من تحمّل المسؤولية وتحقيق العدالة. فالتاريخ لا يُكتب بالدعاية، بل بالوقائع، والوقائع تكشف واقعًا من احتلالٍ ممتد ومعاناة إنسانية لا يجوز للعالم أن يستمر في تجاهلها.فمثلا؛
إجمالي من وصلوا إلى مستشفيات قطاع غزة خلال الـ48 ساعة الماضية: شهيد جديد واحد و10 جرحى.

منذ وقف إطلاق النار (11 أكتوبر):
• إجمالي عدد الشهداء: 612
• إجمالي عدد الإصابات: 1,640
• إجمالي حالات التعافي: 726
الإحصائيات التراكمية:
• العدد التراكمي للشهداء: 72,070
• العدد التراكمي للإصابات: 171,738]

هذه الأرقام ليست دعاية، بل أرواح بشرية. هي عائلات مكلومة، وأجيال مثقلة بالجراح، وجرحٌ مفتوح ما زال ينزف أمام أنظار العالم.

ذاكرة الشعوب لا تُمحى بالخطب. فلسطين حاضرة في شعبها، في ثقافتها، في شتاتها، وفي صمودها الثابت من أجل العدالة.
المسؤولية التاريخية واضحة، وعلى ضمير العالم أن يكون واضحًا كذلك.

اتحاد فلسطين في أمريكا اللاتينية – UPAL
22 فبراير
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