UPAL. La Autoridad Palestina combate la educación cristiana en Jerusalén. 13/01/26

 

📌Editorial de la Unión Palestina de América Latina – UPAL

En una nueva expresión de la política sistemática de asfixia y exclusión, las escuelas cristianas de la Jerusalén ocupada anunciaron la suspensión de sus actividades académicas este lunes, tras la negativa de la Autoridad Palestina a emitir los permisos necesarios para alrededor de 171 docentes y trabajadores provenientes de zonas de la Cisjordania ocupada que deben ingresar a la ciudad para cumplir con su labor educativa.

Esta medida no es un hecho administrativo aislado. Constituye un ataque directo al derecho fundamental a la educación, y confirma que el régimen de ocupación no distingue entre credos ni tradiciones: musulmanes y cristianos palestinos son igualmente castigados cuando se trata de debilitar la presencia palestina en Jerusalén.

La Secretaría General de las Instituciones Educativas Cristianas en Jerusalén informó que no podrá iniciar el segundo semestre, previsto originalmente para el sábado, y que resulta imposible garantizar su normal desarrollo mientras persistan las restricciones impuestas por el ocupante, que impiden el ingreso del personal docente a la ciudad. Esta situación forma parte de una estrategia prolongada para vaciar Jerusalén de sus instituciones históricas y de su población originaria.

Las escuelas cristianas han sido, durante generaciones, pilares del tejido social palestino, espacios de convivencia, educación de excelencia y defensa de la identidad nacional. Atacarlas es atacar el legado cristiano palestino, profundamente arraigado en la historia de Jerusalén y en la lucha por su preservación como ciudad plural y viva.
El Estado de Israel, en su condición de potencia ocupante, viola de manera flagrante el derecho internacional humanitario, que garantiza la libertad de educación, de trabajo y de acceso a los servicios básicos en territorios ocupados, particularmente en una ciudad como Jerusalem. El silencio y la inacción de la comunidad internacional solo sirven para legitimar estas prácticas discriminatorias.

Desde Jerusalén hasta Gaza, desde Cisjordania hasta el interior ocupado, el mensaje es claro: el الاحتلال teme a la educación porque forma conciencia, preserva identidad y fortalece la resistencia pacífica de un pueblo que se niega a desaparecer.
UPAL condena enérgicamente estas medidas arbitrarias y reafirma que defender la educación cristiana en Jerusalén es defender a Palestina en su totalidad, su diversidad religiosa, su memoria histórica y su derecho a existir con dignidad.

La Palestina no está sola.
Sus escuelas no se cerrarán en la conciencia de su pueblo.
La educación seguirá siendo un acto de resistencia frente a la ocupación.

Unión Palestina de América Latina – UPAL
13 de enero de 2026
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📌Editorial da União Palestina da América Latina – UPAL
A Autoridade Palestina combate a educação cristã em Jerusalém

(em português, inglês, espanhol, francês e árabe)

Em mais uma demonstração da política sistemática de sufocamento e exclusão, escolas cristãs na Jerusalém ocupada anunciaram nesta segunda-feira a suspensão de suas atividades acadêmicas, após a Autoridade Palestina se recusar a emitir as permissões necessárias para cerca de 171 professores e funcionários de áreas da Cisjordânia ocupada, que precisam entrar na cidade para exercer suas atividades educacionais.

Essa medida não é um ato administrativo isolado. Constitui um ataque direto ao direito fundamental à educação e confirma que o regime de ocupação não faz distinção entre credos ou tradições: muçulmanos e cristãos palestinos são punidos igualmente quando se trata de enfraquecer a presença palestina em Jerusalém.

A Secretaria-Geral das Instituições Educacionais Cristãs em Jerusalém anunciou que não poderá iniciar o segundo semestre, originalmente previsto para sábado, e que é impossível garantir seu funcionamento normal enquanto as restrições impostas pela potência ocupante permanecerem em vigor, impedindo a entrada de professores na cidade. Esta situação faz parte de uma estratégia prolongada para esvaziar Jerusalém de suas instituições históricas e de sua população nativa.

Por gerações, as escolas cristãs têm sido pilares do tecido social palestino, espaços de convivência, educação de excelência e defesa da identidade nacional. Atacá-las é atacar o legado cristão palestino, profundamente enraizado na história de Jerusalém e na luta por sua preservação como uma cidade pluralista e vibrante.

O Estado de Israel, em sua condição de potência ocupante, viola flagrantemente o direito internacional humanitário, que garante a liberdade de educação, trabalho e acesso a serviços básicos nos territórios ocupados, particularmente em uma cidade como Jerusalém. O silêncio e a inação da comunidade internacional apenas servem para legitimar essas práticas discriminatórias.

De Jerusalém a Gaza, da Cisjordânia ao interior ocupado, a mensagem é clara: a ocupação teme a educação porque ela conscientiza, preserva a identidade e fortalece a resistência pacífica de um povo que se recusa a desaparecer.

A UPAL condena veementemente essas medidas arbitrárias e reafirma que defender a educação cristã em Jerusalém é defender a Palestina em sua totalidade, sua diversidade religiosa, sua memória histórica e seu direito de existir com dignidade.

A Palestina não está sozinha.
Suas escolas não serão fechadas na consciência de seu povo.
A educação continuará sendo um ato de resistência contra a ocupação.

União Palestina da América Latina – UPAL
13 de janeiro de 2026
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📌Editorial from the Palestinian Union of Latin America – UPAL
The Palestinian Authority Combats Christian Education in Jerusalem

In a new expression of the systematic policy of suffocation and exclusion, Christian schools in occupied Jerusalem announced the suspension of their academic activities this Monday, after the Palestinian Authority refused to issue the necessary permits for approximately 171 teachers and staff from areas of the occupied West Bank who need to enter the city to carry out their educational work.

This measure is not an isolated administrative act. It constitutes a direct attack on the fundamental right to education and confirms that the occupying regime does not distinguish between creeds or traditions: Palestinian Muslims and Christians are punished equally when it comes to weakening the Palestinian presence in Jerusalem.

The General Secretariat of Christian Educational Institutions in Jerusalem announced that it will not be able to begin the second semester, originally scheduled for Saturday, and that it is impossible to guarantee its normal operation while the restrictions imposed by the occupying power remain in place, preventing teaching staff from entering the city. This situation is part of a prolonged strategy to empty Jerusalem of its historic institutions and its native population.

For generations, Christian schools have been pillars of the Palestinian social fabric, spaces for coexistence, excellent education, and the defense of national identity. Attacking them is attacking the Palestinian Christian legacy, deeply rooted in the history of Jerusalem and in the struggle for its preservation as a pluralistic and vibrant city.
The State of Israel, in its capacity as an occupying power, flagrantly violates international humanitarian law, which guarantees freedom of education, work, and access to basic services in occupied territories, particularly in a city like Jerusalem. The silence and inaction of the international community only serve to legitimize these discriminatory practices.

From Jerusalem to Gaza, from the West Bank to the occupied interior, the message is clear: the occupation fears education because it raises awareness, preserves identity, and strengthens the peaceful resistance of a people who refuse to disappear.

UPAL strongly condemns these arbitrary measures and reaffirms that defending Christian education in Jerusalem is defending Palestine in its entirety, its religious diversity, its historical memory, and its right to exist with dignity.

Palestine is not alone.
Its schools will not be closed in the conscience of its people.
Education will continue to be an act of resistance against the occupation.

Palestinian Union of Latin America – UPAL
January 13, 2026
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📌Éditorial de l’Union palestinienne d’Amérique latine (UPAL)
L’Autorité palestinienne combat l’éducation chrétienne à Jérusalem

Dans une nouvelle manifestation de sa politique systématique d’étouffement et d’exclusion, les écoles chrétiennes de Jérusalem occupée ont annoncé la suspension de leurs activités académiques ce lundi, suite au refus de l’Autorité palestinienne de délivrer les autorisations nécessaires à environ 171 enseignants et membres du personnel originaires de zones de Cisjordanie occupée, indispensables pour se rendre dans la ville et y exercer leur métier.

Cette mesure n’est pas un acte administratif isolé. Elle constitue une atteinte directe au droit fondamental à l’éducation et confirme que le régime occupant ne fait aucune distinction de croyances ou de traditions : Palestiniens musulmans et chrétiens sont punis de la même manière lorsqu’il s’agit d’affaiblir la présence palestinienne à Jérusalem.

Le Secrétariat général des institutions éducatives chrétiennes de Jérusalem a annoncé qu’il ne pourra pas commencer le second semestre, initialement prévu pour samedi, et qu’il est impossible d’en garantir le bon fonctionnement tant que les restrictions imposées par la puissance occupante, empêchant le personnel enseignant d’entrer dans la ville, demeurent en vigueur. Cette situation s’inscrit dans une stratégie de longue haleine visant à vider Jérusalem de ses institutions historiques et de sa population autochtone.

Depuis des générations, les écoles chrétiennes sont des piliers du tissu social palestinien, des espaces de coexistence, d’excellence éducative et de défense de l’identité nationale. Les attaquer, c’est s’attaquer à l’héritage chrétien palestinien, profondément enraciné dans l’histoire de Jérusalem et dans la lutte pour sa préservation en tant que ville pluraliste et dynamique.

L’État d’Israël, en sa qualité de puissance occupante, viole de manière flagrante le droit international humanitaire, qui garantit la liberté d’éducation, de travail et d’accès aux services essentiels dans les territoires occupés, en particulier dans une ville comme Jérusalem. Le silence et l’inaction de la communauté internationale ne font que légitimer ces pratiques discriminatoires.

De Jérusalem à Gaza, de la Cisjordanie à l’intérieur des terres occupées, le message est clair : l’occupation craint l’éducation car elle éveille les consciences, préserve l’identité et renforce la résistance pacifique d’un peuple qui refuse de disparaître. L’UPAL condamne fermement ces mesures arbitraires et réaffirme que défendre l’éducation chrétienne à Jérusalem, c’est défendre la Palestine dans son intégralité, sa diversité religieuse, sa mémoire historique et son droit à vivre dans la dignité.

La Palestine n’est pas seule.
Ses écoles ne seront pas fermées par la conscience de son peuple.
L’éducation restera un acte de résistance contre l’occupation.

Union palestinienne d’Amérique latine – UPAL
13 janvier 2026
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تحرير اليوم؛ الاتحاد الفلسطيني لأمريكا اللاتينية (UPAL) 📌
الاحتلال يحارب التعليم المسيحي في القدس

في حلقة جديدة من سياسة التضييق الممنهج التي يمارسها الاحتلال، أعلنت المدارس المسيحية في مدينة القدس المحتلة تعليق دوامها يوم الإثنين، احتجاجًا على رفض سلطات الاحتلال إصدار التصاريح اللازمة لحوالي 171 معلّمًا وموظفًا قادمين من مناطق الضفة الغربية للعمل في المدينة.

إن هذا القرار القسري لا يمسّ فقط بحق المعلمين في العمل، بل يضرب في الصميم حق الطلبة في التعليم، ويكشف مرة أخرى أن الاحتلال لا يفرّق في سياساته القمعية بين مسلم ومسيحي، ولا بين مدرسة دينية أو مؤسسة مدنية. فكل ما هو فلسطيني في القدس يُعتبر هدفًا مباشرًا للإقصاء والخنق.

وأعلنت الأمانة العامة للمؤسسات التربوية المسيحية في القدس أنها لن تتمكن من بدء الفصل الدراسي الثاني، الذي كان مقررًا يوم السبت، مؤكدة أن انتظام العملية التعليمية بات مستحيلًا في ظل إجراءات الاحتلال التي تمنع دخول الكوادر التعليمية إلى المدينة. إن هذا الواقع ليس استثناءً طارئًا، بل جزء من استراتيجية مدروسة لتفريغ القدس من أهلها ومؤسساتها التاريخية.
ما يجري اليوم هو اعتداء مباشر على الوجود المسيحي الفلسطيني، وعلى الدور التاريخي الذي لعبته المدارس المسيحية في القدس في حماية الهوية الوطنية، وترسيخ قيم التعايش، وبناء أجيال متعلمة ومتمسكة بأرضها. فهذه المدارس ليست مجرد مؤسسات تعليمية، بل شاهد حي على الجذور العربية الفلسطينية للمدينة.

إن دولة Israel، بوصفها قوة احتلال، تنتهك بشكل صارخ القوانين الدولية التي تضمن حرية التعليم وحرية العبادة وحق الوصول إلى أماكن العمل، خاصة في مدينة محتلة مثل Jerusalem. لكن الصمت الدولي المتواصل يشجع الاحتلال على المضي قدمًا في سياساته العنصرية دون رادع.

من القدس إلى غزة، ومن الضفة إلى الداخل المحتل، تتضح الحقيقة يومًا بعد يوم: الاحتلال يحارب الإنسان الفلسطيني في وعيه قبل جسده، وفي تعليمه قبل رزقه. فالتعليم بالنسبة له خطر، لأنه يصنع إنسانًا يعرف حقوقه ويرفض الخضوع.

إن اتحاد فلسطين في أمريكا اللاتينية (UPAL) يدين بشدة هذه الإجراءات التعسفية، ويؤكد أن استهداف التعليم المسيحي هو استهداف لفلسطين كلها، ولمكانة القدس الدينية والتاريخية والإنسانية. كما يدعو الكنائس والمؤسسات التربوية الدولية إلى كسر جدار الصمت، وتحمل مسؤولياتها الأخلاقية تجاه ما يجري في المدينة المقدسة.

فالقدس ليست وحدها،
ومدارسها لن تُغلق إرادة شعب،
والعلم سيبقى فعل مقاومة في وجه الاحتلال.

الاتحاد الفلسطيني لأمريكا اللاتينية (UPAL)
فتتاحية | 13 كانون الثاني / يناير 2026
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UPAL

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